Anvisa manda recolher esmaltes em gel da Impala por uso de substância proibida

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira, 16 de março de 2026, o recolhimento de toda a linha de esmaltes em gel da marca Impala após identificar a presença do composto Trimethylbenzoyl Diphenylphosphine Oxide (TPO), substância vetada em cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes no Brasil.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União, atinge os itens fabricados pelo Laboratório Avamiller de Cosméticos Ltda. Todos os lotes listados deverão ser retirados imediatamente do mercado. A agência também suspendeu a comercialização e a distribuição dos estoques existentes.

O TPO entrou na lista de componentes proibidos em 30 de outubro de 2025, quando a Anvisa atualizou a relação de substâncias consideradas inadequadas para uso em produtos cosméticos no país. Segundo a autarquia, o composto apresenta riscos potenciais à saúde do consumidor, motivo pelo qual não pode permanecer em formulações comercializadas no território nacional. Em nota técnica, a agência afirma que “o TPO é classificado como substância proibida em produtos cosméticos”.

Produtos alcançados pela medida

  • Plus Gel Esmalte Impala Gel – todos os lotes
  • Esmalte Gel Impala Gel Plus – todos os lotes
  • Gel Plus Impala Esmalte Gel – todos os lotes
  • Esmalte Gel Plus Impala – todos os lotes
  • Top Coat Gel Impala Gel Plus Clear – todos os lotes

A retirada inclui também eventuais pontos de venda on-line e distribuidores que possuam unidades em estoque. Consumidores que já adquiriram algum dos esmaltes devem interromper o uso e entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da Impala para orientações sobre devolução ou substituição.

A Jovem Pan informou que tentou ouvir a Impala sobre o recolhimento de esmaltes Impala, mas não obteve retorno até o momento desta publicação. Se houver manifestação da empresa, a reportagem será atualizada.

Distribuidores e estabelecimentos que mantiverem os produtos disponíveis após a determinação estão sujeitos a sanções previstas na legislação sanitária, incluindo multa e apreensão de mercadorias. A Anvisa orienta que eventuais irregularidades sejam comunicadas por meio de seus canais oficiais de denúncia.

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