
O Banco do Brasil (BB) iniciou, nesta segunda quinzena de março, uma campanha de renegociação de dívidas destinada a pessoas físicas e jurídicas. Até 31 de março, clientes poderão obter descontos que chegam a 90%, conforme o perfil de cada contrato, e condições diferenciadas de prazo e pagamento.
Segundo a instituição, a iniciativa busca recuperar a saúde financeira do público e estimular o uso responsável do crédito. “Todo o processo pode ser concluído de forma simples, sem necessidade de apresentar documentos”, explicou Daniel Brum, gerente-executivo da Unidade de Cobrança e Reestruturação de Ativos.
Nem todas as propostas aparecerão automaticamente nos canais digitais. Caso não visualizem a oferta, os correntistas devem procurar a agência de relacionamento para um atendimento personalizado e avaliar alternativas adequadas ao orçamento.
A ação ocorre paralelamente ao Mutirão Nacional de Negociação e Orientação Financeira, organizado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Durante o mutirão, aberto a clientes de todo o sistema financeiro, é possível repactuar débitos em atraso referentes a cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades sem garantia. Para a Febraban, o esforço conjunto representa “oportunidade de regularizar pendências e evitar o superendividamento”, além de fortalecer a confiança entre consumidores e bancos.
No Banco do Brasil, a renegociação de dívidas pode ser feita pelos seguintes canais:
- Central de Relacionamento: 4004-0001 (capitais) ou 0800 729 0001 (demais localidades);
- WhatsApp BB: (61) 4004-0001, opção #renegocie;
- Aplicativo para celulares;
- Terminais de autoatendimento;
- Site: bb.com.br/solucaodedividas;
- Agências em todo o país.
A oferta inclui contratos vencidos ou a vencer, desde que não prescritos, e abrange dívidas de cartão, empréstimo pessoal, consignado e outras linhas sem garantia real. As condições finais — percentual de abatimento, entrada e número de parcelas — variam conforme histórico, valor due e tipo de operação.
O BB recomenda que o cliente faça uma análise detalhada do orçamento antes de aderir, considerando renda, despesas fixas e eventuais compromissos futuros, de modo a evitar nova inadimplência após a negociação.

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