Boletim Focus eleva PIB a 2,25% e reduz inflação a 4,40%

Gráfico financeiro mostrando crescimento de lucros representados por pilhas de moedas em aumento, com fundo de tela com dados econômicos. Destaca a melhora na economia brasileira com Boletim Focus elevando o PIB para 2,25% e controlando a inflação em 4,40%.

O Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central, trouxe a maior estimativa do ano para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e a menor projeção para a inflação medida pelo IPCA. Os economistas consultados pelo BC agora preveem alta de 2,25% na atividade econômica de 2025, incremento de 0,09 ponto percentual em relação à pesquisa da semana anterior.

Até então, a expectativa mais otimista era de 2,23%, registrada entre 7 de julho e 4 de agosto. A revisão para cima ocorre poucos dias depois de o IBGE informar avanço de 0,1% do PIB no terceiro trimestre, resultado que sinaliza estabilidade após crescimentos de 0,3% no segundo trimestre e de 1,5% nos três primeiros meses do ano.

Nas demais janelas de previsão, os analistas também ajustaram as projeções: passaram a estimar expansão de 1,80% para 2026 e de 1,84% para 2027. Os dados mantêm a perspectiva de desaceleração gradual, influenciada, entre outros fatores, pela política monetária ainda restritiva.

No campo dos preços, a pesquisa apontou recuo da expectativa para a inflação de 2025, que saiu de 4,43% para 4,40%, menor patamar observado em todo o ano. Para 2026, a projeção caiu a 4,16%, enquanto as estimativas para 2027 e 2028 permaneceram em 3,8% e 3,5%, respectivamente.

Quanto à taxa Selic, o mercado manteve a previsão de 15,0% ao fim de 2025, mas elevou a estimativa de 12,0% para 12,25% em 2026. Já o câmbio seguiu sem alteração: R$ 5,40 para 2025 e R$ 5,50 para 2026, 2027 e 2028.

O boletim Focus é elaborado semanalmente com base nas projeções de cerca de uma centena de instituições financeiras e consultorias, servindo de termômetro para as expectativas de inflação, juros, câmbio e crescimento econômico.

Em paralelo às revisões macroeconômicas, levantamento da Comdinheiro, com informações de 31 de outubro, apontou que 92 fundos administrados pelo Master somavam patrimônio líquido de R$ 14,4 bilhões antes da liquidação do banco pelo Banco Central. Esses recursos podem ser alvo de liquidação, segundo a plataforma de dados financeiros.

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