‘Custe o Que Custar’ lidera Netflix e mantém fórmula de suspense eficaz

Custe o Que Custar (Run Away) alcançou o primeiro lugar no ranking de produções mais vistas da Netflix no Brasil, consolidando a popularidade das adaptações de romances de Harlan Coben na plataforma.

Ao longo de oito episódios, a trama acompanha um pai que inicia uma busca desesperada pela filha desaparecida. A investigação o coloca no centro de um homicídio e desencadeia a revelação de segredos familiares que se acumulam a cada capítulo. Como habitual nas obras do autor, a narrativa sustenta o suspense com reviravoltas constantes e respostas que, ao surgirem, levantam novas perguntas.

O ritmo acelerado é apontado como um dos principais atrativos. Cada episódio termina com ganchos calculados para incentivar a maratona, estratégia que contribui para o desempenho da série no serviço de streaming. “Trata-se de um entretenimento sólido e consciente de suas limitações”, descreveu uma resenha agregada pelo Rotten Tomatoes.

A recepção crítica, porém, é moderada. No Rotten Tomatoes, Custe o Que Custar registra cerca de 75% de aprovação, percentual que a posiciona abaixo de adaptações como The Innocent e Stay Close, mas acima de títulos mais divisivos, por exemplo Missing You. Especialistas reconhecem que o roteiro não busca inovar no gênero, preferindo repetir a fórmula de Coben: mistério doméstico, crimes antigos ressurgindo e personagens moralmente ambíguos.

Algumas análises indicam que o enredo se torna cada vez mais intricado, embora permaneça coeso até o desfecho. Segundo outro crítico citado pelo agregador, “nada é exatamente o que parece, e isso mantém a tensão mesmo quando a história se complica”.

A colocação no Top 1 demonstra a força comercial da marca Harlan Coben na Netflix e confirma o apelo de suspenses baseados em segredos familiares, narrativa que mantém o público engajado do primeiro ao último episódio.

CURTA NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK!

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*