
Peaky Blinders: O Homem Imortal, longa que encerra a saga de Tommy Shelby, já tem data confirmada. A produção estreia em salas selecionadas em 6 de março de 2026 e passa a integrar o catálogo da Netflix em 20 de março do mesmo ano.
O roteiro é de Steven Knight, criador da série original, enquanto a direção fica a cargo de Tom Harper, que retorna ao universo iniciado em 2013 pela BBC. Segundo Knight, o filme foi concebido como “Peaky Blinders em estado puro”, reunindo guerra, política e crime em escala ampliada.
A trama se desloca para Birmingham, 1940, período marcado pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. Após quatro anos de exílio autoimposto, Tommy Shelby volta à cidade quando ameaças externas e internas colocam em xeque tanto a família Shelby quanto o futuro do país.
Agora mais velho e carregado pelos fantasmas de suas escolhas, o protagonista encara o que o roteirista define como “o confronto mais destrutivo de sua vida”. O enredo gira em torno do dilema central que acompanha o personagem desde o primeiro episódio: preservar o império erguido à base de violência ou destruí-lo antes que outros o façam.
Cillian Murphy reassume o papel que se tornou um dos mais emblemáticos da televisão contemporânea. Para o ator, a jornada de Tommy “ainda não estava concluída”, e o longa surge como desfecho natural. O elenco mescla nomes conhecidos da série e novos personagens, sinalizando uma expansão do universo sem romper com suas origens.
O teaser divulgado pela Netflix reacende a pergunta deixada no final da sexta temporada: “O que aconteceu com Tommy Shelby?”. Em um dos trechos mais comentados, o personagem afirma: “Eu não sou mais aquele homem”, indicando que temas de culpa e redenção ocuparão espaço central, ainda que a brutalidade continue presente.
Peaky Blinders: O Homem Imortal retoma a parceria de sucesso entre a BBC e a Netflix, transformando a série de seis temporadas em evento cinematográfico. Para os fãs, o filme promete concluir a narrativa iniciada há mais de uma década, mantendo a assinatura de violência estilizada, intrigas políticas e conflitos familiares que consagraram a produção.

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