Morte em ressonância magnética expõe riscos e alerta para cuidados na realização do exame

Imagem de uma máquina de ressonância magnética com risco de acidentes graves no dia a dia, destacando a importância da segurança durante exames médicos.

Um episódio fatal registrado em julho de 2025 evidenciou um perigo que muitas vezes passa despercebido em ambientes hospitalares. Keith McAllister, 61 anos, morreu em Nova York após ser puxado para dentro de uma máquina de ressonância magnética pelo colar metálico que usava, enquanto a esposa realizava um exame no joelho.

Segundo as informações disponíveis, o equipamento ainda estava em funcionamento quando a paciente pediu ajuda para deixar a mesa. Ao aproximar-se, McAllister foi atraído pelo intenso campo magnético, sofreu ferimentos graves e não resistiu. O caso destaca a importância de cumprir rigorosamente os protocolos que proíbem qualquer objeto de metal dentro da sala de ressonância magnética, inclusive para acompanhantes e profissionais de saúde.

Acidentes semelhantes já foram relatados em diversos centros médicos. Grampos de cabelo, piercings, ferramentas cirúrgicas e até cilindros de oxigênio podem transformar-se em projéteis letais quando entram inadvertidamente em um ambiente de alto magnetismo. Embora raros, esses episódios mostram como riscos cotidianos podem resultar em morte em segundos quando combinados a condições específicas.

Especialistas reforçam medidas simples para reduzir a exposição a esse tipo de perigo: conferir sinalizações de segurança, seguir as orientações da equipe médica e retirar qualquer objeto metálico antes de entrar na sala de exames. Princípios semelhantes valem para outras situações do dia a dia, como manuseio de aparelhos elétricos, uso de produtos químicos ou travessia de vias movimentadas.

O acidente que vitimou McAllister demonstra que itens aparentemente inofensivos podem tornar-se fatais em determinados contextos. Identificar precocemente cenários de risco e adotar práticas preventivas permanece a forma mais eficaz de preservar a segurança rotineira.

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