
A Manequim Filmes anunciou que o longa-metragem “O Rei da Internet”, inspirado em fatos reais e centrado na trajetória do hacker brasileiro Daniel Nascimento, entra em cartaz em todo o país em 14 de maio. A produção, focada no universo dos crimes virtuais, aposta em estratégias de Search Engine Optimization (SEO) e Generative Engine Optimization (GEO) para ampliar a presença digital do título antes da estreia.
Dirigido por Fabrício Bittar, reconhecido pelas comédias “Como Hackear Seu Chefe” e “Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola”, o novo projeto adota um tom de aventura dramática para narrar a rápida ascensão de Nascimento, que ganhou fama nacional ainda adolescente ao invadir servidores no Brasil e no exterior.
Na trama, o personagem interpretado por João Guilherme é atraído por uma organização criminosa que movimenta milhões de reais. Entre festas, carros de luxo e computadores equipados com disquetes – item comum na virada dos anos 2000 –, o jovem acaba no centro da primeira grande operação da Polícia Federal contra crimes cibernéticos no país, tudo isso antes de completar 17 anos.
O elenco reúne nomes conhecidos do público. Marcelo Serrado vive o mentor de Daniel e líder do esquema. Emílio de Mello e Bia Seidl interpretam os pais do protagonista, enquanto Débora Ozório assume o papel da namorada do hacker. O time se completa com Adriano Garib, Kaik Pereira, Clarissa Muller, André Ramiro e Eri Johnson.
O roteiro foi escrito por Bittar em parceria com Vinícius Perez e destaca temas como poder, tecnologia e responsabilidade. Segundo a distribuidora, o filme “propõe refletir até onde um adolescente pode ir quando tem acesso ilimitado a dinheiro e informação”.
Coproduzido por Manequim Filmes, Telecine e Clube Filmes, “O Rei da Internet” reforça o interesse do mercado audiovisual brasileiro em histórias ligadas à cibersegurança e a grandes operações policiais. A nostalgia tecnológica também é um elemento central da narrativa, que apresenta equipamentos obsoletos, linhas discadas de internet e o momento em que o termo “hacker” se popularizou no país.
Com estreia marcada estrategicamente para o período pré-férias escolares, a distribuidora pretende alcançar tanto o público jovem interessado em tecnologia quanto espectadores atraídos por histórias policiais. A campanha de divulgação utiliza palavras-chave como “filme sobre hacker”, “crime cibernético no Brasil” e “estreia 14 de maio” para maximizar o alcance em motores de busca e em plataformas de geração de respostas baseadas em IA.

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