Passaporte de Eliza Samudio aparece em Portugal e gera teorias online

O aparecimento de um passaporte em nome de Eliza Samudio em um apartamento alugado em Portugal motivou intensa repercussão nas redes sociais nesta semana. O documento, emitido em 2006, foi localizado por moradores do imóvel e rapidamente se tornou assunto em plataformas como o X (antigo Twitter).

Usuários levantaram hipóteses sobre como o passaporte teria cruzado o Atlântico. “Como assim o passaporte da Eliza Samudio foi encontrado em Portugal?”, escreveu um perfil, evidenciando surpresa. Outro questionou: “O corpo dela nunca foi encontrado, será que ela está viva?”. As publicações impulsionaram buscas pelo nome da modelo, morta em 2010, e reacenderam discussões sobre o caso que envolveu o ex-goleiro Bruno Fernandes.

Eliza desapareceu em 4 de junho de 2010, aos 25 anos, após informar a amigos que faria uma viagem. Investigação da Polícia Civil de Minas Gerais apontou que ela foi assassinada por ordem de Bruno, então titular do Flamengo. Em março de 2013, o atleta foi condenado a 20 anos e nove meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, além de sequestro e cárcere privado do filho do casal, Bruninho. Outros réus, entre eles Luiz Henrique Romão, o “Macarrão”, e Marcos Aparecido dos Santos, o “Bola”, também receberam penas por participação no crime.

Apesar das condenações, o corpo de Eliza jamais foi localizado, fator que alimenta teorias há mais de uma década. A descoberta do passaporte em território europeu reforça especulações, mas autoridades brasileiras não se pronunciaram oficialmente sobre qualquer nova linha de investigação. Até o momento, não há indícios de que o documento altere a conclusão judicial de que a modelo foi morta em 2010.

A reportagem apurou que o passaporte, por ter sido emitido antes do desaparecimento, pode ter circulado entre pertences de Eliza ao longo dos anos. Além disso, não há registro de uso do documento após 2009 no sistema da Polícia Federal. Especialistas destacam que, sem provas materiais adicionais, o achado não implica reabertura do processo.

Enquanto fotos do passaporte seguem sendo compartilhadas, o episódio reacende o interesse público no caso. O nome “Eliza Samudio” voltou a figurar entre os termos mais buscados, e a hashtag #PassaporteEliza Samudio alcançou grande visibilidade, evidenciando a força do tema na memória coletiva.

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