Paramount anuncia quinta e última temporada de Mayor of Kingstown

A Paramount+ confirmou que Mayor of Kingstown retornará para uma quinta e última temporada. O anúncio ocorre logo depois do desfecho sangrento do quarto ano e estabelece que a série criada por Taylor Sheridan e Hugh Dillon encerrará sua história em oito episódios, dois a menos que nas temporadas anteriores.

Protagonizado por Jeremy Renner, o drama criminal consolidou-se como um dos títulos mais prestigiados do serviço de streaming. Embora não registre a mesma audiência de outras produções do universo Sheridan, como Landman e Tulsa King, o programa manteve relevância crítica; a quarta temporada conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o estúdio, a decisão de encerrar a trama foi tomada para oferecer um desfecho planejado ao público.

O elenco manterá Renner no papel de Mike McLusky e contará novamente com Edie Falco, cuja personagem ganhou destaque no último ano como nova força de poder na cidade fictícia de Kingstown. A expectativa é que a presença da atriz amplie os conflitos políticos que movem a narrativa.

No ponto em que a história parou, McLusky enfrenta as consequências diretas da guerra de gangues que explodiu no final da quarta temporada. Com Kingstown à beira do colapso, os episódios finais prometem explorar “o preço do poder e os fantasmas do passado”, de acordo com comunicado da plataforma.

A quinta temporada ainda não teve data de estreia divulgada, mas seguirá o formato de lançamento semanal adotado pelo streaming. A equipe de roteiristas já trabalha nos roteiros, enquanto a pré-produção organiza cenários e cronograma de filmagens.

Para os executivos da Paramount+, encerrar Mayor of Kingstown com uma temporada reduzida atende tanto às metas criativas quanto às estratégicas da empresa. “Queremos dar à série um final coerente com o que construiu até aqui”, informou o estúdio em nota.

Com isso, a quinta temporada de Mayor of Kingstown deverá amarrar todas as pontas deixadas pelos conflitos internos da família McLusky e pelo delicado equilíbrio de poder entre facções, polícia e administrações penitenciárias que definem a produção.

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