Série ‘The Beauty: Lindos de Morrer’ chega ao Disney+ em janeiro com horror estético

The Beauty: Lindos de Morrer, nova produção de terror criada por Ryan Murphy, tem estreia marcada para 21 de janeiro no Disney+. O serviço de streaming divulgou o primeiro trailer da série, que mescla horror corporal, crítica social e o universo da moda para discutir a busca obsessiva pela perfeição física.

A trama parte da premissa de que a juventude eterna passou a ser um produto comercializável. No centro da história está um bilionário carismático e perigoso, interpretado por Ashton Kutcher, responsável por lançar uma droga capaz de transformar qualquer pessoa em um padrão absoluto de beleza. A promessa, no entanto, vem acompanhada de efeitos colaterais letais.

Enquanto a substância se espalha, dois agentes do FBI — vividos por Evan Peters e Rebecca Hall — investigam uma série de mortes envolvendo supermodelos. As apurações revelam que a droga está ligada a um vírus sexualmente transmissível que concede beleza extrema, mas provoca mutações violentas e colapsos físicos imprevisíveis.

O trailer indica que o composto já saiu de controle, gerando surtos de agressividade em várias capitais da moda. Mesmo diante dos alertas científicos, o personagem de Kutcher insiste em ampliar a distribuição global, ignorando implicações éticas e sanitárias.

Baseada na história em quadrinhos homônima, The Beauty utiliza cenários de cidades como Paris, Veneza, Roma e Nova York para mostrar a rápida disseminação da ameaça. A narrativa explora temas como culto à aparência, exploração do corpo e indústria da moda, sempre ressaltando os riscos da mercantilização da imagem.

Além do trio principal, o elenco conta com participações de Bella Hadid, Anthony Ramos, Isabella Rossellini e Vincent D’Onofrio. A combinação de nomes conhecidos, ambientação internacional e crítica social posiciona a série como uma das estreias de destaque da plataforma no início de 2025.

Com produção executiva de Ryan Murphy, The Beauty: Lindos de Morrer amplia o catálogo de terror do Disney+ e reforça a estratégia do serviço de atrair público adulto com histórias que tematizam questões contemporâneas, como a pressão pela aparência perfeita e os limites da ciência quando submetida ao mercado.

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