
Um levantamento citado por especialistas em higiene doméstica indica que grande parte das pessoas posterga a troca de lençóis por semanas, quando o recomendável seria realizar a lavagem em intervalos de poucos dias. A demora, segundo os profissionais, favorece o acúmulo de suor, oleosidade, células mortas e bactérias na roupa de cama.
O material ressalta que lençóis limpos não oferecem apenas sensação de conforto. Manter a frequência de troca dos lençóis dentro do prazo orientado contribui para a qualidade do sono, auxilia na saúde da pele e influencia positivamente o humor. “Deitar em uma superfície higienizada reduz a exposição a microrganismos que podem irritar a pele e afetar o repouso”, afirmam os responsáveis pelo estudo.
Quando a lavagem é adiada, a umidade produzida pelo suor cria um ambiente propício para a proliferação de bactérias. Esse cenário pode desencadear odores desagradáveis e aumentar o risco de irritações cutâneas ou alergias. Além disso, a oleosidade natural do corpo se acumula nas fibras do tecido, diminuindo a sensação de frescor da cama.
Outro ponto destacado diz respeito às células mortas da pele, que se desprendem continuamente durante o sono. O material lembra que esse resíduo serve de alimento para ácaros, intensificando problemas alérgicos em pessoas sensíveis. Por isso, reforça-se que lavar os lençóis regularmente é medida simples para minimizar esses efeitos.
Os especialistas concluem que, embora a rotina agitada possa dificultar a manutenção da roupa de cama, a adoção de um cronograma fixo de lavagem favorece a saúde e o bem-estar geral. A recomendação final do grupo é não ultrapassar o intervalo de algumas noites sem higienização, evitando a exposição prolongada a agentes que se acumulam no tecido.

Faça um comentário